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O incrível Hulk


Doce surpresa para minha pessoa, quando sai sábado a tarde do cinema, satisfeito pela sessão que presenciara. Não esperava muito de O incrível Hulk. O trailer não me empolgou, as críticas que não havia lido, mas pareciam concordar, também não me davam muita esperança. Cheguei no cinema, pronto para gostar do filme e olhe lá. Mas, fui recompensado. Fã do Golias Esmeralda que sou, o filme ficou "redondinho".

Tecnicamente, não há erros a serem ressaltados. Efeitos ótimos, fotografia bem feita, locações diferentes, como no caso da Rocinha, enriquecem o filme. Aliás, o fato do Brasil ter sido escolhido como cenário incial, não havia me chamado muito a atenção. Pensei que seriam cinco minutos no máximo. Mas, são praticamente os vinte minutos iniciais, sem cair em clichês básicos do país. E convenhamos: é legal ver um cenário que não seja NY ou Los Angeles em filmes de Hollywood.

Edward Norton é um ator excepcional. Gosto dos trabalhos dele, gosto de como se envolve nos projetos e esse foi um dos casos. Boa atuação como Bruce Banner, escondida é claro por seu alter-ego verde, que rouba a cena e nos faz esquecer de Norton. Liv Tyler segue linda como sempre. William Hurt, excelente como general Ross. Mal, cruel. Tim Roth, ótimo como Emil Blonsky, ótimo como o Abominável.

Em análise geral, o filme tem um ritmo ótimo, mesclando ação, e pausas para respirar crescentes e satisfatórias. Aliás, o diretor Louis Leterrier sabe coordenar muito bem cenas de ação. Seu trabalho nessas cenas é vital para o bom andamento do filme, e apesar dele não ser genial, é uma ótima diversão pro fim-de-semana. E o final sempre me empolga. A cena com Tony Stark é fundamental e divertida. E procure referências. Vai achar muitas...

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